O tempo necessário para se compor existência pode durar um infinito e às vezes muito pouco tempo.
Atribuímos a Deus a criação da vida e muitas vezes esquecemos de quem somos, e isso não tem sentido para a natureza do ser humano, quando o mesmo está vivendo sem se precaver dos seus atos descabidos, realmente se consegue ler um material de consciente humano, e a consciência de Deus é cogitável em nós? Uma simples resposta existe para detalhar este ato de subjetivismo: somos mais competentes em vida quando temos atribuições morais, e isso releva o que somos em vida, assim sendo, cogitamos a Deus em nós ao passo das responsabilidades institucionais em nós, ou seja, devemos conduzir-nos sabiamente em vida, procurando agregar ao tempo de utilidade vital, os nossos atos, com isso atribuímos o Deus existente em cada um de nós, pois o nosso ego tem mecanismos intrínsecos que viabilizam a capacidade humana em poder ser razoável com as evidências do meio sociológico, logo, ser e estar é importante competência existencial.
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